Apresentação

1. PERFIL INSTITUCIONAL


As Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs, emitidas pelo MEC, norteiam os princípios norteadores de qualquer Instituição de Ensino Superior. Dentro dessa orientação a METROPOLITANA, desde seu PDI inicial, construiu o seu projeto baseado em quatro princípios que traduzem o modelo pedagógico pautado no desenvolvimento de competências, ou seja, não basta apenas compreender conteúdos, é necessário saber aplicá-los. Os conceitos de competências e habilidades devem ser bem entendidos para se evitar os conteúdos conceituais e teóricos.
Diante disto, os objetivos, as estratégias e a avaliação das disciplinas e atividades didáticas devem ser regradas pelas competências. As estratégias didáticas e as avaliações devem corresponder às competências traçadas.

1.1 Missão, Visão e Valores

1.1.1 Missão
A METROPOLITANA persegue uma educação com qualidade, tanto no seu conteúdo como nos seus meios de ensino, buscando sempre a formação do cidadão e a contribuição para o desenvolvimento local e regional.
Para cumprir esta missão a Instituição se fundamenta em princípios norteadores a nível institucional e princípios de aprendizagem, princípios de ação e princípios educativos de ensino. A cor e o seu símbolo também professam a filosofia e o modus operandi da instituição.

1.1.2 Visão
A METROPOLITANA pretende ser uma instituição diferente: a Instituição do saber fazer.
Esta visão é uma aspiração utópica de um futuro desejado, todavia representa o propósito e o princípio de ação, balizador das atividades em todos os setores. A METROPOLITAA, com esta visão, antevê e, conseqüentemente, trabalha em busca de um futuro ideal para a região, para seus colaboradores e para seus acadêmicos.

1.1.3 Princípios norteadores institucionais

a) A filosofia e a cultura organizacional

O CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARABÁ - CEMAR e a FACULDADE METROPOLITANA DE MARABÁ - METROPOLITANA, mantenedora e mantida, definiram os princípios norteadores de sua prática e filosofia de trabalho. São quatro seus princípios orientadores:

1. NÃO BASTA SABER, É PRECISO SABER FAZER.
2. CADA PESSOA TEM QUE CONSTRUIR A SUA HISTÓRIA
3. FORMAR EMPREENDEDORES
4. A NEGOCIAÇÃO COMO PARADIGMA DO RELACIONAMENTO HUMANO

Conhecimento ou ciência é a atividade humana que descreve e explica os diferentes campos da realidade, buscando introduzir mudanças nos mesmos. Supõe uma atitude ativa e não contemplativa. Sua finalidade, portanto, é operar sobre a realidade para transformá-la

(NÃO BASTA SABER, É PRECISO SABER FAZER).

A aprendizagem é o resultado da construção ativa, feita pelo próprio sujeito da aprendizagem. Supõe um aprendiz ativo que desenvolve hipóteses próprias acerca do funcionamento do mundo e que devem ser colocadas à prova permanentemente. Supõe ainda que o professor e o estudante explorem e aprendam juntos

(CADA PESSOA TEM QUE CONSTRUIR A SUA HISTÓRIA).

É por isto que a FACULDADE METROPOLITANA DE MARABÁ se preocupa não apenas com os conteúdos, mas também com a forma organizativa e com as práticas cotidianas concretas do processo educativo, ou seja, o que se ensina e em que contexto organizacional se ensina. As ideias-força estão centradas na participação e na excelência acadêmica.
No que tange à participação, todos os professores de um mesmo curso tem participação direta nas decisões do curso em que atuam.
No que se refere à excelência acadêmica é preciso que se adquira uma atitude e uma capacidade que se manifeste no modo de agir sobre a realidade. As palavras comovem, os exemplos atraem. A escola deve garantir adequados níveis de excelência acadêmica em todas as instâncias.
É necessário passar dos "saberes" para as "competências". Saber, saber raciocinar, saber fazer e saber ser, organizam o projeto político-pedagógico da FACULDADE METROPOLITANA DE MARABÁ.
Os conteúdos conceituais, os procedimentos e as atividades para o desenvolvimento das capacidades pessoais e sociais devem permitir à comunidade acadêmica a participação como membros plenos da sociedade.
A competência é definida, em sentido amplo, como o conhecimento em ação, uma habilidade reconhecida, uma capacidade que se manifesta no modo de agir sobre a realidade. Não basta que o aluno "saiba", deve "saber fazer".
A FACULDADE METROPOLITANA DE MARABÁ está comprometida com a qualidade entendida como excelência acadêmica, assumindo a responsabilidade de potencializar a capacidade de seus docentes e estudantes

(FORMAR EMPREENDEDORES).

Tratará de ampliar constantemente a capacidade de aprendizado e os elementos da cultura, entendidos estes como forma plural, através da maior quantidade e diversidade possível de experiências educativas.
Os aspectos operacionais da execução deste projeto Institucional, Pedagógico e de Ensino são flexíveis e deverão ser continuamente discutidos pela comunidade da METROPOLITANA para que todos os segmentos da mesma, em todas as suas dimensões, sejam de fato, agentes transformadores da sociedade.
Aquilo que se deve manter e garantir é a consistência na ação pedagógica, a avaliação dos objetivos propostos e a unicidade filosófico-educacional do projeto pedagógico, bem como o perfil do profissional que a FACULDADE METROPOLITANA DE MARABÁ deseja formar.
A prática pedagógica deve se caracterizar pelo processo de ensino-aprendizagem onde o educador não forma a personalidade do Educando, mas exerce uma tarefa maiêutica de provocar e orientar o desenvolvimento das potencialidades de seus acadêmicos

(A NEGOCIAÇÃO CONSTANTE COMO PARADIGMA DO RELACIONAMENTO HUMANO).


Não Basta Saber, é Preciso Saber Fazer

Há muito tempo o filósofo estagirita ensinou: “a questão não é apenas compreender o mundo, a questão é transformar o mundo”. Não se quer aqui um utilitarismo desmedido, onde só vale o que funciona imediatamente. O que se precisa é compreender que “conhecimento” é, no limite, resposta aos problemas práticos, técnicos, operacionais, existenciais, e valorativos que o homem vai produzindo ao longo do tempo e em determinadas circunstâncias.

Saber (conhecer) é estar munido da capacidade de apontar soluções para os problemas que a vida coloca.
Se o Apóstolo está certo ao dizer que “a fé sem obras é morta”, vale, por analogia, dizer: “o conhecimento sem a ação é morto, não existe, é inútil, é falácia”.

O saber (a compreensão) requer a ação como seu complemento necessário; é preciso que o conhecimento assuma a forma e o sentido material, numa ação, numa técnica, num procedimento, num instrumento.

Cada um tem que construir a sua história. A vida, em toda a sua dimensão, é um palco que exige que todos sejam atores. No palco da vida, os papéis não são distribuídos de forma igualitária (utopia paralisante). Ou melhor, os papéis não são distribuídos, os papéis sociais são construídos. As condições para a construção do espaço social não são iguais para todos. Há os que partem com vários corpos de vantagem e há os que partem em grande desvantagem.

Não importa a situação de partida. O fato é que todos precisam entrar no jogo da vida para construir a própria vida, a própria história, seja no seu sentido material, seja no seu sentido espiritual.
Formar empreendedores. Empreendedorismo é a filosofia ou posição diante da vida que nos ensina que a vida pode ser reinventada a cada momento; que em tudo existe um devir, à espera, na próxima dobra da vida; que em cada pessoa existe um inventor, um criador que precisa ser liberto; que precisa correr algum risco.
O empreendedor se forma num ambiente empreendedor. Não importa a posição que se ocupa no arranjo técnico-social da organização a que se está ligado; não importa a posição que se ocupa no arranjo do quadro social. Sempre será possível vislumbrar algo de novo/diferente que possa ser feito. Ë preciso educar-se para essa possibilidade.

O professor ensina empreendedorismo empreendendo na sala de aula, isto é, com o seu exemplo.
A negociação constante. Ninguém detém todo o saber, todo o poder, todo o tempo; todos os instrumentos, todos os interesses, todos os gostos, todos os sonhos. Todos são portadores de determinadas carências. São essas carências que colocam as pessoas em relação com os outros. A partir daí, começa o processo de negociação.

A negociação deve ser conduzida sob o princípio da ética. O princípio não se negocia; princípio é condição inegociável para qualquer negociação. Negociar, e sempre negociar, sob o princípio da ética que implica clareza, sinceridade e honestidade na formulação da proposta e muita dedicação, aplicação e persistência na execução da proposta.

Negociam-se grandes e pequenas coisas, sempre respeitando o princípio da ética. É parte integrante do princípio da ética, respeitar os princípios da organização onde se trabalha. Assim, cada um de nós se faz ator, companheiro, colaborador, parceiro... de um mesmo e único processo que realiza a todos.